Eu te quero Bernardo e não me importa o que acontecerá amanhã.
-Era isso que eu precisava ouvir.
Bernardo contornou os lábios da moça com um de seus dedos. A jovem com olhos fechados parecia estar nas nuvens. Ele olhava-a contemplando a beleza daquela mulher que tanto o amava. Desejou ter aquele corpo como nunca desejou outra coisa. Bernardo abraçou-a com um carinho que não cabia em si. Carinho este, que se fundia com o desejo incompreensível de tê-la só para ele ainda que por uma noite.
Toda a lucidez de Bernardo desaparecera. Ele estava enfeitiçado. Não conseguia mais pensar nas conseqüências que aquele amor acarretaria aos dois. Olhou-a e percebeu que os belos olhos da amada estavam voltados para o chão. Como se buscasse naquele frio cimento respostas para o medo que a dominara.
-O que foi?
-Estou com medo. Não quero tê-lo se tiver que perdê-lo logo em seguida.
-O que você quer então? Promessas?
Parecia-lhe sensato ceder aos encantos daquele homem. Bernardo segurou forte suas mãos e pediu que ela esperasse por uns segundos. O ambiente dava à moça um bem-estar tão pleno. Cada centímetro daquele apartamento refletia o quanto Bernardo lhe parecia ideal. Tudo era tão acolhedor. Bernardo ligou o rádio. Como era bela a canção. O rapaz levantou Mariana do sofá no qual ela estava abraçou-a pela cintura. Levados pelos batimentos de seus corações pareciam bailar sob a noite mais apaixonante de suas vidas
-Você mexe comigo Mariana. Me tira a razão e eu nem sei explicar, embora pense que não precisa eu queria conseguir explicar por que o seu olhar me enfeitiça tanto.
-Eu preciso saber Bernardo. E amanhã...
-Não pense no amanhã. Vive o agora comigo.
-Mas...
-Mas o que? O que você quer que eu te prometa? Que a gente vai ficar junto pra sempre? Que eu te amo? Tá tão cedo ainda.
- Não é isso. É que...
-Deixa acontecer. Eu também não sei o que vai ser amanhã, mas e daí?
-Eu não sei se eu devo...
Bernardo tocou em seu rosto e calou-a com um beijo ainda mais apaixonado que o primeiro. Ele, certamente, não sabia o que sentia ao certo, mas ocultava respostas da jovem. Os dois se beijavam com a leveza de um amor adolescente e com o ardor de amantes que se desejavam sem poder mensurar o quanto.
-Era isso que eu precisava ouvir.
Bernardo contornou os lábios da moça com um de seus dedos. A jovem com olhos fechados parecia estar nas nuvens. Ele olhava-a contemplando a beleza daquela mulher que tanto o amava. Desejou ter aquele corpo como nunca desejou outra coisa. Bernardo abraçou-a com um carinho que não cabia em si. Carinho este, que se fundia com o desejo incompreensível de tê-la só para ele ainda que por uma noite.
Toda a lucidez de Bernardo desaparecera. Ele estava enfeitiçado. Não conseguia mais pensar nas conseqüências que aquele amor acarretaria aos dois. Olhou-a e percebeu que os belos olhos da amada estavam voltados para o chão. Como se buscasse naquele frio cimento respostas para o medo que a dominara.
-O que foi?
-Estou com medo. Não quero tê-lo se tiver que perdê-lo logo em seguida.
-O que você quer então? Promessas?
Parecia-lhe sensato ceder aos encantos daquele homem. Bernardo segurou forte suas mãos e pediu que ela esperasse por uns segundos. O ambiente dava à moça um bem-estar tão pleno. Cada centímetro daquele apartamento refletia o quanto Bernardo lhe parecia ideal. Tudo era tão acolhedor. Bernardo ligou o rádio. Como era bela a canção. O rapaz levantou Mariana do sofá no qual ela estava abraçou-a pela cintura. Levados pelos batimentos de seus corações pareciam bailar sob a noite mais apaixonante de suas vidas
-Você mexe comigo Mariana. Me tira a razão e eu nem sei explicar, embora pense que não precisa eu queria conseguir explicar por que o seu olhar me enfeitiça tanto.
-Eu preciso saber Bernardo. E amanhã...
-Não pense no amanhã. Vive o agora comigo.
-Mas...
-Mas o que? O que você quer que eu te prometa? Que a gente vai ficar junto pra sempre? Que eu te amo? Tá tão cedo ainda.
- Não é isso. É que...
-Deixa acontecer. Eu também não sei o que vai ser amanhã, mas e daí?
-Eu não sei se eu devo...
Bernardo tocou em seu rosto e calou-a com um beijo ainda mais apaixonado que o primeiro. Ele, certamente, não sabia o que sentia ao certo, mas ocultava respostas da jovem. Os dois se beijavam com a leveza de um amor adolescente e com o ardor de amantes que se desejavam sem poder mensurar o quanto.
